As gueixas são parte da herança cultural japonesa, embora, muitas vezes, sejam mal compreendidas pelo mundo que as vês como meras meretrizes. Na realidade, a palavra gueixa significa “pessoa das artes” e, geralmente, são vistas como mulheres bonitas, inteligentes e sedutoras treinadas para entreter os homens e tornarem-se na companhia ideal. Para isso, precisam de aprender não só a arte da boa conversa como a arte de serem boas ouvintes. Como parte desse treino, elas são obrigadas a estarem sempre apresentáveis, além de tarem aptas em várias áreas artísticas como o canto, a dança, entre outras coisas. Também assumem um papel importante em actividades culturais como a cerimónia do chá. Elas também são vistas como pessoas muito virtuosas e, por isso, sempre associadas à beleza, exotismo, elegância, mistério, suavidade e sabedoria. Como tal, elas inspiram muitas pessoas, que resolvem tatuá-las como um símbolo representativo da cultura japonesa.
O povo chinês sempre teve a fama de ser um povo magro, porém a situação alterou-se de uma forma alarmante. De acordo com os dados recentes das autoridades chinesas, mais de 25% da sua população adulta está acima do peso normal, enquanto os dados de subnutrição no país ficam em torno de 13%. Um facto interessante é que, em toda a História da China sempre houve períodos de fome extrema, que inclusive contribuíram para a existência de alguns hábitos alimentares tão estranhos. Hoje em dia, a maioria dos chineses não deixaram de consumir a sua comida tradicional, mas incorporaram a dieta ocidental nos seus hábitos alimentares, os fast foods (que os chineses também criaram os seus) e alimentos que antes não chegavam nem perto da mesa de um chinês. Um exemplo elucidativo disso é que, em muitas ocasiões já há mais chineses a comerem nos restaurantes ocidentais (italianos, espanhóis, brasileiros, alemães, etc…) do que estrangeiros. Mais poder de compra da população e paladar mais aberto ao qu...





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