Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens de novembro, 2013

Por que os asiáticos têm os “olhos em bico”?

Alguma vez se perguntou por que os asiáticos como os japoneses, os chineses e os coreanos têm os olhos mais rasgados e pequenos que os ocidentais? Este facto tem feito com que muitos asiáticos sejam alvo de piadinhas ou comentários racistas. Há quem diga que os olhos deles são mais fechados porque são sensíveis à luz solar. Um facto curisoso é que embora exista a ideia de que os olhos orientais sejam menores em comparação aos olhos ocidentais, a verdade é que o globo ocular tem o mesmo tamanho em qualquer parte do mundo. E ao contrario do que dizem, não exergam menos ou são mais sensíveis à luz em relação a outros povos. O que acontece é que a grande maioria dos asiáticos não tem uma dobra na pálpebra superior e, por isso, a pele cobre uma área muito maior do olho. Na realidade, existem muitas teorias controversas à volta desta questão, embora a teoria mais aceite defenda que se trata de uma adaptação evolutiva dos mongloides, que terá sido o grupo que deu origem a todos os orientais...

A relação dos chineses com os logotipos

Num modo geral, os chineses adoram carregar um logotipo pendurado ou estampado em qualquer lugar que o mostre como o dono daquele objeto de consumo e a sua marca. Na realidade isso é uma característica de quase todos os asiáticos. Mais do que ostentar uma marca e obter um ‘status’ agregado ao seu poder de compra, existe uma ligação intrínseca com a logomarca. Este impacto é relativamente menor no cérebro dos ocidentais. Para os chineses o logotipo tem uma similaridade com o ideograma que é complicado para um ocidental entender num primeiro momento. O cérebro de um ocidental executa operações aditivas. Quando lê, junta as letras para se tornarem sílabas e as sílabas em palavras, produzindo assim, o significado final. Claro, que tudo isso é automático. É um processo matemático longo contando com o lado esquerdo do cérebro, que contêm a lógica. Para os chineses, as coisas são muito diferentes. Eles precisam de associar significado com desenhos conhecidos, que designamos de ideogramas...

Kombini – As lojas de conveniência no Japão

Se você é uma pessoa que está familiarizado com a cultura japonesa, com certeza, já se apercebeu da importância que as lojas de conveniência têm para os japoneses. O fenómeno apareceu nos finais da década de 60 no Japão, e hoje existem cerca de mais de 50 mil kombini espalhados por todo o Japão. Estas lojas que parecem mini mercados estão por toda a parte, mesmo nas grandes superfícies comerciais. O facto de estarem abertos 24 horas por dia e 365 dias por ano fazem destas lojas um verdadeiro sucesso e um recurso imprescindível no Japão. Um facto interessante é que a grande maioria das lojas de conveniência no Japão pertencem a grande empresas como Seven Eleven, Lawson, Family Mart, Circle K, Sunkus, Ministop, AM PM, Save on, Daily Yamazaki, Coco e outras mais pequenas como são o caso de Heart in, Seicomart, Spar, etc. Mas afinal o que se vende neste tipo de lojas? Bem, podemos encontrar praticamente de tudo um pouco. Desde comida pronta a comer, pães, doces, salgados, todo o tipo de...

Os melhores filmes de terror japonês

Muitas pessoas adoram um bom filme de terror e o Japão tem um variado leque de filmes a oferecer nesse sentido. Desde espíritos vingativos, objectos malignos, possessões demoníacas, lugares amaldiçoados... emfim, pra quem é apaixonado por um bom filme de Terror, os Japoneses são sem duvida a melhor escolha. Por isso, decidi fazer uma pequena lista com alguns dos melhores filmes terror japoneses para os admiradores deste género. Com certeza, muito já terão visto filmes como “The Ring” (O Aviso) ou “The Grudge” (O Grito), dois clássicos do terror japonês. Contudo, há outros filmes que merecem ser vistos e, por isso, vou vos dar a conhecer alguns deles. Aqui fica a lista com alguns dos clássicos mais conhecidos do horror japonês. Espero que gostem! 1. A mulher da Boca Cortada (2007) 2. Água negra (2002) 3. Almas reencarnadas (2005) 4. Apartamento 1303 (2007) 5. Herança Amaldiçoada (2010) 6. Imagens do Além (2008) 7. Infecção (2004) 8. O Aviso (1998) 9. O Aviso 2 (2005) 10. O G...

A população chinesa não quer comer alimentos transgénicos

Com a recente reforma da política de filho único e a tensão sobre as consequências que vão provocar na procura de produtos alimentares mundial, a China tem apostado cada vez mais em alimentos transgénicos, tais como o super-arroz de Yuan Longping. O problema é que a população não quer comê-lo, segundo o International Business Times. A população urbana na China mais do que triplicou nas últimas três décadas, passou de menos de 200 milhões em1980 para cerca de 700 milhões atualmente, elevando a procura de carne e de grãos básicos como o arroz, que os cientistas afirmam que os alimentos transgénicos podem satisfazer a procura. A concretização deste objetivo não será uma tarefa fácil. Os chineses tiveram uma série de crises alimentares, como a contaminação do leite em pó para bebés com produtos químicos. A importação de sojas transgénicas são utilizadas para alimentar os animais, mas uma utilização mais generalizada deste produto poderá ser difícil de satisfazer toda a procura. Entretan...

A nova moda japonesa: Os homens de saia

Como todos sabem Tokyo é a capital da moda japonesa, por isso não é de admirar encontrarmos de tudo um pouco no que se refere à moda urbana. Uma das últimas novidades são os “Homens de saia”. Se recuarmos um pouco na história, esta tendência não é assim tão invulgar quanto isso. Como deve ser do conhecimento da grande maioria há diversas culturas em que o homem veste este tipo de vestimenta como acontece no Médio Oriente. Claro que no Ocidente a história é outra e, por isso, não deixa de ser estranho quando ouvirmos falar em homens de saia. Contudo, é de relembrar que o uso de vestuários do tipo não é algo assim tão pouco usual no Japão. Afinal, os trajes tradicionais masculinos também conhecidos como Hakama ou Yukata parecem-se com saias e ainda hoje são bastante usadas, principalmente em dias importantes como os festivais ou cerimónias. Mas, desengane-se quem pensa que o facto de usarem este tipo de trajes faz deles menos viris. Afinal, os samurais também usavam Hakama e eram grande...

Os estranhos Kit Kat´s Japoneses

Como sabem, o Kit Kat é um dos chocolates mais consumidos em todo o mundo e um dos mais populares no Japão. A prova disso são as mais de 200 variedades que a Nestlé lançou, algumas delas edições limitadas para dias especiais. Introduzido pela Nestlé em 1973, durante muitos anos a única versão vendida era a original. Só em 1996 apareceu a primeira variedade deste chocolate, o “Kit Kat Amêndoa”, seguido pelo “Kit Kat Morango” e “Kit Kat Laranja” nos anos seguintes. Desde então foram criados uma enormidade de sabores capazes de satisfazer qualquer boca mais exigente. Um facto curioso acerca deste chocolate é que é visto pela maioria como um amuleto da sorte para os jovens que pretendem fazer o exame de entrada na universidade, por isso pode-se verificar um aumento significativo das vendas durante a primeira metade de Janeiro, que corresponde ao período de exames. Este é um período importante para os japoneses e, por isso, todos querem receber um Kit Kat dos amigos e/ou familiares par...

Símbolos da proteção na China

Os Cães de Fu ou Leões coreanos, são poderosos animais míticos que têm a sua origem na tradição budista. Na medida em que os chineses adotam o termo ‘Fo’ para referir-se a Buda, pode então chamar-se também de “Cães de Buda”. Parece que os cães de Fu são na realidade leões, já que o leão é um animal consagrado a Buda. Foram introduzidos com o budismo, como defensores da lei e protetores dos monumentos sagrados. Estes animais são ainda conhecidos como “cães da felicidade” e são símbolos de valor e energia, complementos indispensáveis da sabedoria. O simbolismo dos cães de Fu tem também uma elevada relevância nos estudos sobre o Feng Shui, que os associa a vigilância, o jogo limpo e a defesa do débil. Na China são conhecidos como Rui Shi (瑞獅). Os cães de Buda apresentam-se em pares e com uma ou ambas as patas dianteiras apoiadas sobre uma esfera. Frequentemente, os encontramos a guardar simbolicamente a entrada de templos e túmulos com o objetivo de amedrontar profanadores, demónios e...